Paralimpíadas Rio2016 – Eu e a Bocha

Amigxs, desde que o Brasil foi sorteado para ser a sede das Olimpíadas/Paralimpíadas, fiquei interessada em participar.

Decidi competir,  para estimular as crianças a praticar esportes. Sabemos que o esporte é um forte aliado da reabilitação, além de promover a inclusão social, a saúde e autoestima.

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Fiz uma pesquisa para saber qual esporte eu teria condições físicas e que me daria mais prazer em praticar.

Concluí: Bocha adaptada, na Classe BC2 (não pode receber assistência) seria o esporte mais adequado.

Após a pesquisa  comecei a treinar,

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Treinar,

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Treinar.

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Minha treinadora, Tati, não me dava moleza.

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Para ser Atleta ou ParaAtleta de alto rendimento e competir  com os melhores do mundo, não é preciso ser “Superhumano” mas ter “super poderes” como: dedicação, determinação e foco. Isso vale para todos!!

 

Quem  me acompanha, sabe o quanto eu sou uma pessoa ativa e tenho muitos  interesses.

Então…  já fui sabendo da minha realidade. Não sou favorita!!

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E chegou o grande dia, tenso!!!

 

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Foi mauuu!! 😦

Foi mau! Tenso!! Estratégias fracas, mal calculadas. Quando jogava as bolas coloridas elas pareciam ter vida própria, passavam longe da bola branca.

 

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Não foi por falta de torcida,

 

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Minhas amigas torceram muito por mim.

 

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Definitivamente não tenho perfil para atleta de alto rendimento… fui desclassificada no primeiro jogo

Foi mau! Tenso!!

Mas… para minha felicidade

Antônio Leme, Evani Soares Silva e Evelyn de Oliveira ganharam, no dia 12/9, a medalha de ouro para o Brasil, na final de pares da bocha mista, na categoria BC3 –para atletas com grande comprometimento motor e que podem contar com assistentes.

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Parabéns galera!!!

Agradeço ao queridos amigos que colaboraram com a minha intenção: Patricia de Deus, Leo Daher, Laura Martins.

Minha treinadora Tatiana Lobato e meu eterno mestre Gui Sette.

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